Em 2019, o rompimento da barragem de Córrego do Feijão, em Minas Gerais, Brasil, causou devastação humanitária e ambiental. Dois anos depois, as artistas Bárbara Lissa e Maria Vaz, retornaram à área para documentar as consequências do ocorrido. Nesse texto elas consideram as limitações da perspectiva humana como testemunha dos efeitos de longo prazo na transformação da paisagem, e também as contradições que frequentemente se escondem dentro da noção extrativista de progresso.
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